quinta-feira, 5 de julho de 2012

PLANO DE TRABALHO - ATIVIDADES LÚDICAS NA SALA DE AULA


PLANO DE TRABALHO
ATIVIDADES LÚDICAS NA SALA DE AULA

¹SOUZA, Vera Lúcia Pereira de

            JUSTIFICATIVA
            No dia a dia da sala de aula, professores procuram formas de tornar a educação mais atraente e eficaz. Uma das alternativas é aliar o prazer e o divertimento à aprendizagem. Contudo, nem sempre isso é fácil, mesmo porque os interesses e as solicitações dos alunos são bem variados. No caso particular de jogos e brincadeira, no entanto, quando encaminhados para a alfabetização e o ensino da língua materna, isso é perfeitamente acessível. Por meio deles integram-se o prazer e o aprender, sabor e saber.
            De início, toma-se a necessidade de que a escola ofereça aos alunos, desde os primeiros períodos, oportunidades de contato com a leitura e a grafia como práticas sociais, revestidas de significados, nas quais se procura a interação com o outro. Nesse sentido, a noção de práticas de letramento como usos sociais da leitura e da grafia é o pano de fundo para qualquer atuação pedagógica no campo da linguagem.
            Os jogos e brincadeiras são extraordinárias oportunidades de mediação entre o prazer e o conhecimento historicamente constituído, já que o lúdico é eminentemente cultural. Por meio da ótica do psicólogo suíço Jean Piaget pode-se notar que a compreensão dos jogos não é somente uma forma de desafogo ou brincadeira para gastar energias das pessoas, mas meios que colaboram e enriquecem o desenvolvimento intelectual. (JUY, 2004).
            Para Piaget (1976) a atividade lúdica é a terra natal indispensável das atividades intelectuais da criança. Estas não são somente uma forma de alívio ou brincadeira para consumir energia das crianças, mas elementos que colaboram e enriquecem o desenvolvimento intelectual.
O jogo é portanto, sob as suas duas formas essenciais de exercício sensório-motor e de simbolismo, uma assimilação da real à atividade própria, fornecendo a esta seu alimento necessário e transformando o real em função das necessidades múltiplas do eu. Por isso, os métodos ativos de educação das crianças exigem todos que se forneça às crianças um material conveniente, a fim de que, jogando, elas cheguem a assimilar as realidades intelectuais que, sem isso, permanecem exteriores à inteligência infantil. (PIAGET, 1976, p.160).

            Outro grande pesquisador que, igual a Piaget, desenvolveu trabalhos no campo da Psicologia Genética e se interessou pelo jogo infantil, foi Henri Wallon. Avaliando o estudo dos estágios nomeados por Piaget, Wallon fez numerosas explanações onde demonstrava o caráter emocional em que os jogos se desenvolvem, e seus aspectos referentes à socialização, fazendo referência à faixa etária dos sete anos, Wallon (1979) confirma seu empenho pelas relações sociais infantis nos momentos de jogo:
A criança concebe o grupo em função das tarefas que o grupo pode realizar, dos jogos a que pode entregar-se com seus camaradas de grupo, e também das contestações, dos conflitos que podem surgir nos jogos onde existem duas equipes antagônicas. (p.210)
            Desta forma, a escola precisa promover a aprendizagem empregando-se de atividades lúdicas que criem um espaço que favoreça o processo de aquisição de autonomia de aprendizagem. Para tanto, o conhecimento escolar deve ser valorizado socialmente e o mesmo é um processo dinâmico e criativo por meio de jogos, brinquedos, brincadeiras e musicalidade. (KISHIMOTO, 1993).
            Com o emprego desses recursos pedagógicos, o professor poderá utilizar-se, por modelo, de jogos e brincadeiras em atividades de leitura ou escrita em matemática e diferentes conteúdos, necessitando, no entanto, saber utilizar os recursos na ocasião oportuna, uma vez que as crianças desenvolvam a sua inteligência e constroem o seu conhecimento de forma descontraída. (KISHIMOTO, 1994).


            OBJETIVOS
- Este Plano de Trabalho, tem a finalidade geral de auxiliar o professor na utilização de jogos e brincadeiras para promover tanto a apropriação do Sistema de Escrita Alfabética quantas práticas de leitura, grafia e oralidade significativas;
- Refletir a respeito da utilização de jogos e brincadeira no ensino da língua materna;
- Refletir sobre a importância de agrupar o ensino do sistema alfabético a práticas de leitura e produção de textos, desde as séries iniciais;
- Promover atividades voltadas para o campo do sistema alfabético, leitura e produção de textos.

            PÚBLICO A SER ENVOLVIDO
- Professores, coordenadores e direção da Escola Especial “Novo Amanhecer”;
- Alunos da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Educação Profissional da Escola de Educação Especial “Novo Amanhecer”.


            MÍDIAS QUE SERÃO UTILIZADAS
- Gibis, livros de Histórias em Quadrinho e Revistas de Histórias em Quadrinho.

            ATORES E PAPÉIS QUE DEVERÃO DESEMPENHAR
- Professores, coordenadores da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Educação Profissional da Escola de Educação Especial “Novo Amanhecer”.

            DINÂMICA DA ATIVIDADE

Leitura e exploração de histórias em quadrinhos.
Leitura livre de quadrinhos (os alunos podem trazer gibis para a sala de aula).
Exploração das características do gênero (anotar respostas).
Distribuição de Quadrinhos fora de ordem, para os grupos classificarem.
Levantamento das pistas usadas pelos alunos e registro.
Transformação de uma história pequena em quadrinhos.
Identificação das diferenças das histórias em quadrinhos e outras histórias convencionais e registro das respostas dos alunos.
Sistematização pelo professor: relação texto/imagem para coerência do texto, exploração de elementos como: expressão de oralidade, marcação de tempo fora dos quadrinhos – acima ou abaixo, falas sempre em balões, marcador “FIM”, onomatopéias, tipos de letra que tentam apresentar a intensidade da fala, diversos tipos de balões de fala (pensamento, fala, sonho, e assim por diante).
Produção de história em quadrinhos em dupla.
Planejamento da história em quadrinhos que irão elaborar (definição de enredo, título, personagens, cenário, e assim por diante).
Produção, coletiva, de quadrinhos de brincadeiras, músicas infantis e adolescente, com conversa sobre as partes que devem ser colocadas nos balões, estruturar os textos, revisão e reescrita.
Produzir ilustrações dos quadrinhos de acordo com o enredo.
Preenchimento dos balões.
Revisão com todos os alunos de todas as partes da História em Quadrinhos. Montagem de tudo em ordem.
Decisão de como será a capa da História em Quadrinhos.
Produção de atividade: desenhos para colorir.
Organização do dia do lançamento da História em Quadrinhos (Gibi), com tomadas de decisões sobre as atividades a serem realizadas.
Confecção de cartazes do dia da divulgação da História em Quadrinhos e também aplicação das brincadeiras escritas na História em Quadrinhos.
Divulgação das músicas escritas em quadrinhos.

            PERÍODO DE REALIZAÇÃO
Atividades propostas para serem realizadas no 1º Bimestre.

            CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE

Ao final das atividades o professor deverá fornecer o feedback das atividades realizadas, auto-avaliar sua intervenção assim como um todo no processo, para identificar possíveis falhas de adaptar o Plano de Trabalho para ser bem realizado.
Os alunos deverão participar ativamente nesta etapa de avaliação, avaliando sua participação nas atividades propostas e dando suas sugestões.

            REFERÊNCIAS

JUY, A. F. Brincando Também se Aprende Português. 2004. Monografia. (Trabalho de Conclusão do Curso de Letras) – FACINOR, Loanda.

KISHIMOTO, T. M. Jogos infantis: o jogo, a criança e a educação. Petrópolis: RJ: Vozes, 1993.

KISHIMOTO, T. M. O jogo e a educação infantil. SP: pioneira, 1994.

PIAGET, J. Psicologia e Pedagogia. Trad. Por Dirceu Accioly Lindoso e Rosa Maria Ribeiro da Silva. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1976.

WALLON, H. Psicologia e Educação da criança. Lisboa: Vega/Universidade, 1979.



 SUGESTÕES DE ATIVIDADES LÚDICAS EM QUADRINHOS
ANEXO – 1

Atividade de apreensão e explanação de história em quadrinhos

Analise as histórias com atenção e responda às questões em seu caderno colocando apenas o nº da questão e a resposta. A história se encontra no seguinte endereço:   www.cdb.br/prof/arquivos/19046_20071009090756.doc
1-    O que Mônica está fazendo na História em Quadrinhos?
2-    Por que ela aparece brava no penúltimo quadrinho?
3-    Levante suposições: o que ela vai praticar após o derradeiro quadrinho?

Analise as histórias com atenção e responda às questões em seu caderno colocando apenas o nº da questão e a resposta. A história se encontra no seguinte endereço:   www.cdb.br/prof/arquivos/19046_20071009090756.doc

4-    Qual a semelhança entre a HQs do Cebolinha e a da Mônica que você interpretou antes?
5-    Como se chama a palavra que expressa o som do cachorro entrando na água?
6-    Por que Cebolinha surge surpreso no derradeiro quadrinho?

Analise as histórias com atenção e responda às questões em seu caderno colocando apenas o nº da questão e a resposta. A história se encontra no seguinte endereço:  www.cdb.br/prof/arquivos/19046_20071009090756.doc

7-    Onde ocorre a História em Quadrinhos?
8-    Por que Cebolinha está escapando?
9-    Qual a saída encontrada por ele?
10-  Qual é a classe gramatical da palavra que aparece no derradeiro quadrinho?

Analise as histórias com atenção e responda às questões em seu caderno colocando apenas o nº da questão e a resposta. A história se encontra no seguinte endereço:  www.cdb.br/prof/arquivos/19046_20071009090756.doc

11- O que Cascão está fazendo no começo da História em Quadrinhos?
12- O que sai errado na história?
13- Como ele tenta resolver o problema?

Analise as histórias com atenção e responda às questões em seu caderno colocando apenas o nº da questão e a resposta. A história se encontra no seguinte endereço:  www.cdb.br/prof/arquivos/19046_20071009090756.doc

14- Onde ocorre a História em Quadrinhos? Quem compartilha dela?
15- Como Cebolinha consegue levar à foca daquele lugar?
16- O que deu errado nos seus planos?
17- Todas as Histórias em Quadrinhos apresentam que tipo de linguagem dominante?

SUGESTÕES DE SITES COM ATIVIDADES LÚDICAS DE
HISTÓRIAS EM QUADRINHOS




- Histórias em Quadrinhos Aventuras de uma Lata de Aço: http://www.lataco.com.br/zipzapzup/akilata/latacoakilatatrabalho4.html

- A construção de Histórias em Quadrinhos por alunos autistas: http://www.nce.ufrj.br/sbie2003/publicacoes/paper41.pdf

- Criando uma História em Quadrinhos com
Tangran: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=237

- Explorando o Jornal: - Formas de Utilizar o texto jornalístico em diferentes disciplinas: http://www.appai.org.br/Jornal_Educar/jornal35/interdisciplinaridade/jornal.asp

[1] Professora QPM, 31 anos de Magistério, Professora PDE/2009, Projeto: Educação Profissional para Alunos com Deficiência Intelectual Significativa - Oficinas Pedagógicas, graduada: em Ciências físicas e biológicas, com habilitação em matemática para 1º grau e ensino médio e em Pedagogia, Assistente Social, Pós-Graduada em: Profissionalização da Pessoa Portadora de Deficiência Mental (UEL); Magistério Superior (TUIUTI); Arte, Educação e Terapia (FAPI) e em Psicopedagogia Institucional e Clínica (UNIMEO).
Blog.: http://deficinciaintelectual.blogspot.com
 

MÍDIA IMPRESSA: HISTÓRIA EM QUADRINHOS


MÍDIA IMPRESSA: HISTÓRIA EM QUADRINHOS

[1]SOUZA, Vera Lúcia Pereira de

            É obrigação de a escola viabilizar o ingresso dos alunos ao universo dos textos que circulam socialmente, instruir a interpretá-los e a produzi-los. Conseqüentemente, a leitura é a chave de tudo, daí a precisão de iniciá-los no mundo das letras de forma prazerosa; despertando o empenho de quem ainda não sabe ler convencionalmente. Isso na perspectiva não só dá alfabetização, mas do letramento para que apresentem uma visão critica do mundo e expandam seus horizontes. Pois, "estamos sempre nos alfabetizando, a cada novo tipo de texto com o qual entramos em contato durante a vida" (WEISZ, 2006, p. 25).
            Nas Histórias em Quadrinhos (HQs), estão as "contações" de histórias mais prazerosas e divertidas. Elas são vastas. Por ser o desenho o seu embasamento ela é compreendida até por quem mesmo ainda não se apropriou do Sistema de Escrita Alfabética (SEA).
            A HQ é uma invenção contemporânea nasceu com a Revolução Industrial, quando as primeiras tirinhas foram divulgadas em jornais.
            Essas histórias apresentam um texto imagético com narração, seguimento, continuidade e movimento.
            Instigar a leitura e a escrita dos alunos é o maior propósito. E espera-se que eles adquirem o hábito de ler quadrinhos, pois estas leituras auxiliam a desenvolver o senso de observação das imagens, incitam a imaginação e o entendimento além de conduzir o leitor a um mundo de magia e encantamento.
            Tem uma infinidade de tipos de quadrinhos, lançados com vários objetivos e para que essas histórias apresentem sentido, humor e expressão são usados: balões, efeitos gráficos e onomatopéias e, é nesta combinação desenhos e textos que o autor vai explorando os mais variados recursos gráficos.
            Para destacar a expressão dos desenhos nestas histórias o artista gráfico utiliza recursos e estratagemas como: ajuste, perspectiva, efeitos de luz e sombra, movimento, demonstrações faciais e corporais para atrair o leitor e impedir a monotonia. (OLIVEIRA, JÔ e GARCEZ, LUCÍLIA. 2001).
            No identificador visual das HQs têm características comuns nas histórias:
            - Personagens simples de serem distinguidos, pois conservam a mesma idade, trajes, cabelos e preferências. Os heróis são bons e belos, e os rivais são maus e feios. (OLIVEIRA, JÔ e GARCEZ, LUCÍLIA. 2001).
            - Nos balões estão às conversações, as idéias, pensamentos, barulhos e as percepções dos personagens.
            - As conversas, comumente, são anotadas na posição horizontal, em letras bastão e maiúsculas.
            - Os barulhos são expressos por onomatopéias - palavras que procuram reproduzir falas de seres, barulhos da natureza ou sons produzidos.
            - Figuras podem exprimir conceitos como: serrote = ronco, lagartos, caveiras e bombas = palavrões...
            - Diversos efeitos gráficos explicam vida, sensação de movimento, paixão e agressividade.
            - O uso da expressão FIM termina a história.

            CONCLUINDO

            A leitura e a produção das histórias em quadrinhos, com certeza, ajuda bastante os aluno, pois desenvolvem várias situações de aprendizagem e amplia a capacidades de compreensão textual, permite o desenvolvimento da oralidade, estimula a capacidade criadora na produção de textos e na criação de seus próprios quadrinhos.

            REFERÊNCIAS

OLIVEIRA, Jô e GARCEZ, Lucília. Explicando a Arte: Uma Iniciação para Entender e Apreciar as Artes Visuais. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001.

WEISZ, Telma. O Diálogo entre o Ensino e a Aprendizagem. 2 ed. São Paulo: Ática. 2006.




[1] Professora QPM, 31 anos de Magistério, Professora PDE/2009, Projeto: Educação Profissional para Alunos com Deficiência Intelectual Significativa - Oficinas Pedagógicas, graduada: em Ciências físicas e biológicas, com habilitação em matemática para 1º grau e ensino médio e em Pedagogia, Assistente Social, Pós-Graduada em: Profissionalização da Pessoa Portadora de Deficiência Mental (UEL); Magistério Superior (TUIUTI); Arte, Educação e Terapia (FAPI) e em Psicopedagogia Institucional e Clínica (UNIMEO).

IMITANDO UMA PAISAGEM SONORA


IMITANDO UMA PAISAGEM SONORA

[1]SOUZA, Vera Lúcia Pereira de

            A paisagem sonora mundial deve ser considerada uma enorme composição musical soando incessantemente à nossa volta. Somos ao mesmo tempo seu público, seus executantes, e seus autores. A ecologia sonora compõe-se de numerosos tipos de sons: agradáveis, desagradáveis, ruidosos, contentes, melancólicos, e assim por diante. Contudo ela mostra-se particular, no sentido de que a seu significado é resultante da experiência individual de cada um.
            Este trabalho sobre Ecologia Sonora apresenta a paisagem da seguinte forma:
- Paisagem sonora natural: constituída pelos sons originários da natureza (vento, chuva, ondas do mar, cachoeira, trovão, e animais da selva, do fundo mar, e assim por diante).
- Paisagem sonora humana: formada pelos sons produzidos pelo homem espontânea ou involuntariamente: choro, riso, grito, fala, canto, palmas, e os sons internos do corpo humano.
- Paisagem sonora tecnológica: constituída pelos sons dos aparelhos tecnológicos inventados pelo homem (carro, moto, avião, trem, sirene, telefone, auto-falante, sino, música eletrônica, e assim por diante).

OBJETIVOS
- Promover uma experiência de construção de paisagens sonoras com vozes.
- Desenvolver nos alunos com deficiência intelectual, múltipla deficiência e transtornos globais do desenvolvimento a capacidade de sensibilizar-se para analisar e compreender os sons e sua importância na construção de diversas paisagens sonoras.

CONTEÚDO
- Paisagens sonoras humana, natural e tecnológica.

ESTRATÉGIAS
 - Conversa com os alunos envolvidos no processo a respeito dos diversos tipos de sons que permeiam o nosso dia-a-dia.
- Explicação sobre os diversos tipos de paisagens sonoras.
- Diferenciação dos diversos tipos de paisagens por meio de imitação feitas pelos próprios alunos.
- Produção de um vídeo com as imitações dos alunos.

AVALIAÇÃO
Os alunos participarão escutando, perguntando, emitindo idéias e especialmente nas imitações ou construções das paisagens sonoras.
O vídeo deverá ser socializado com os alunos para que os mesmos possam apreciar suas produções sonoras.
A percepção sonora é algo que começa quando o indivíduo ainda está no útero materno e desenvolve-se ao longo da vida, por isto compreende-se que é um acontecimento que necessita ser trabalhado na família e na escola desde os primeiros períodos da vida para que se possa desenvolver nos pequenos a habilidade e a capacidade de apreciar os sons, deste modo como aprender a identificá-los e a imitá-los, o indivíduo ao mesmo tempo deve compreender que cada som traz em seu bojo uma carga de definição, por isto pode-se dizer que igualmente como as palavras as paisagens sonoras são polissêmicas.
Este é um trabalho muito interessante à medida que pode despertar nos alunos a habilidade de imitar alguns sons e de apreciá-los como mais uma forma de se relacionar com os outros e com o meio.




[1] Professora QPM, 31 anos de Magistério, Professora PDE/2009, Projeto: Educação Profissional para Alunos com Deficiência Intelectual Significativa - Oficinas Pedagógicas, graduada: em Ciências físicas e biológicas, com habilitação em matemática para 1º grau e ensino médio e em Pedagogia, Assistente Social, Pós-Graduada em: Profissionalização da Pessoa Portadora de Deficiência Mental (UEL); Magistério Superior (TUIUTI); Arte, Educação e Terapia (FAPI) e em Psicopedagogia Institucional e Clínica (UNIMEO).